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25 de ago. de 2008

Aula de inglês para todo time da Inspire

Pela segunda vez, a Inspire Comunicação adota aulas de inglês para capacitação e melhor conhecimento da língua britânica por parte da equipe da agência, que pode usar essa oportunidade para toda sua carreira, sendo importantíssimo para ascensão profissional de qualquer um. A responsabilidade de ensinar o idioma bretão ao time Inspire é da paulistana Lúcia Mattos, professora de alto nível.

Além de ensinar e aperfeiçoar o inglês da galera que trabalha na agência, as aulas da 'teacher' Lúcia ajudam nas tarefas diárias da Inspire. O contato com o inglês aparece a todo momento, seja nas ferramentas dos programas ou nas palavras usadas nas propagandas. O inglês é imprescindível para quem lida com a publicidade, e a Inspire sabe bem disso.

Time Inspire

Antes mesmo de sua inauguração, a Inspire adotou pela primeira vez aulas de inglês. Naquela ocasião para servir como ponte de comunicação entre os brasileiros que já trabalhavam para agência e os franceses, Florian Simon e Thibault Cuisiniez, intercambistas alunos do Instituto Parisiense Leonardo da Vinci.


Há ainda um outro intercambista na Inspire. O espanhol Eduardo Marqués, que além do seu idioma pátrio sabe inglês e ajuda aos colegas brasileiros. Esta é a Inspire, que se inspira na pluralidade cultural, trazendo aulas de inglês para sua equipe e trazendo profissionais de outros países para conviver no ambiente de trabalho mais inspirado de Vitória.

1 de ago. de 2008

Time de Criação, fôlego de leão


A criação do leão


Este leão é marca registrada do Departamento de Criação da Inspire, time imprescindível para família Inspire. Os criativos precisam ter força para poderem sempre excitar a produção com suas peças concebidas. É um trabalho que muitas vezes se compara com a vida selvagem, onde vacilar é fatal. A criação não pode dá mole. O rei da selva simboliza o poder dessa equipe. Facilmente notado por quem adentra o setor criativo da agência, o leão também chama atenção de quem observa de fora, deixando sempre a mosca atrás da orelha de quem o vê e não sabe o porquê dele ali.

Seu criador, Rodolpho Valdetaro, é o artista da Inspire Comunicação. E a sua pintura do leão dá a dica: a essência do trabalho do desenhista prescinde das ferramentas providenciais dos computadores. Rodo, como é conhecido, desenha na munheca. O leão e outras tantas peças por ele desenhadas, encontram nos programas da informática seu acabamento e sua forma final.

Com o canetão em punho, Rodo lembra bem quanto tempo levou para terminar o leão. "Levei um dia, foi em 30 de maio", revela o artista que fez tudo na base do canetão e proporciona ao espectador a sensação de que o rei da selva vai pular da parede, pela flexão das pastas traseiras.

Vendo o contorno do desenho e a ponta do pincel utilizado, não há muita diferença no traçado da pintura. Mas, a pele do leão, foi toda pintada com o canetão, mostrando a paciência e a competência, em se espalhar bem a tinta, mérito do ilustrador da Inspire despejado em sua criação.

Dentre as razões pela qual Rodo fez o leão, ele cita para impressionar quem passa lá fora, mas lembra do certo espanto de quem o ver de perto. "Quem entra na área de crição toma um susto, inicialmente, mas depois elogia", destaca o desenhista, que lembrou, "quando um conhecido meu passou de carro pela rua (Dionízio Rozendo) levou um susto com o desenho".

O artista explica também que fez o felino amarelo, porque "o leão demonstra força, agilidade é um animal decidido do topo da cadeia alimentar". Rodo compara a sua arte ao seu trabalho, destacando a beleza como seu objetivo.

11 de jul. de 2008

Fúria: trabalho em equipe!



O espanhol da equipe da Inspire Comunicação, Eduardo Márques, acompanhou as recentes conquistas esportivas de seu país, aqui de Vitória. Ele chegou até a pedir (e foi atendido) para assistir ao jogo da semifinal contra a Rússia, no meio de semana, na Inspire. Com a palavra, o jogador madrilenho do time da nossa agência:



Opa! Vou ser honesto com vocês: fiquei mais surpreso que os brasileiros com a vitória da Espanha na Euro, pois ao final o pessoal fica acostumado com a “maldição” da seleção nacional.

Bem, para muitos, é uma maldição, pois é verdade que muitas das derrotas da equipe tivessem muito a ver com fatores que não tinham relação nenhuma com o futebol: no mundial da Coréia nosso time foi derrotado por um juiz que estava mais preocupado por estender o negócio do espetáculo do futebol na Ásia que por fazer seu trabalho. Contra a Itália, em 1994, a brutal defesa italiana quebrou o nariz de um de nossos principais jogadores sem que o árbitro marcasse falta, e assim vai.

Mas, dando um olhar mais crítico, dá para ver que nem todas as derrotas foram questão de má sorte, juízes safados ou pênaltis. Nosso time é um fiel reflexo de nosso próprio país: jogadores individuais profissionais, muitos deles brilhantes... Incapazes de jogar como uma equipe só ou se coordenar entre eles de um jeito efetivo, sendo Raul o maior exemplo do excesso de individualismo do futebol da seleção espanhola, cheio de estrelas sem vontade nenhuma de brilhar em conjunto, só de brilhar cada uma delas, separadamente.

Até que chegou a Euro 2008. A maldição espanhola não foi descartada. Não tivemos nem boa, nem má sorte, isso teve pouco a ver, porém. Não houve muita sorte. O que houve foi jogo de equipe, o atrevimento de romper com antigas estratégias de jogo (nosso técnico descobriu o que tudo mundo já sabia: que nosso meio campo é nosso ponto forte) e acabar com a mentalidade de um jogo individual demais, chegando até o ponto de prescindir de Raul, estrela do Real Madrid, uma decisão arriscada e duramente criticada, que se revelou acertada. O resultado? Campeões de alguma coisa futebolística, pela primeira vez em 44 anos. Já era!


Nadal supera Federer e abraça sua equipe



Edu falou também sobre a epopéia de Nadal no torneio de Wimbledon. Vale lembrar que, apesar do jogo solitário, o tenista correu para abraçar seu técnico, sua família e sua namorada, mostrando que ele essa sua equipe deve ajudá-lo a se superar em cada lance durante as cansativas partidas de tênis. Edu disse:

Mais notícias boas pra meu país (nos esportes, porque no campo econômico a coisa ta preta). Nadal ganhou Wimbledon, nesse domingo (06), se confirmando como um dos melhores tenistas, não unicamente de nossos tempos, mas de toda historia, ao vencer o suíço Federer, hexacampeão do torneio inglês.

E, ainda assim, o tênis não é um dos esportes mais populares de Espanha, onde futebol, Fórmula 1 e até o basquete arrastam uma maior legião de fãs. Isso é uma coisa que eu nunca cheguei a entender.

O pessoal fica doido com o futebol na Espanha, mesmo que o nível de nossa seleção seja medíocre (ultimamente ta melhorando, é verdade), e depois quase ninguém liga se um espanhol não somente ganha uma das competições esportivas mais prestigiosas de seu esporte, mas nos últimos torneios Nadal tem vencido como se fosse um ritual normal e rotineiro, tipo mineiro indo pra Guarapari no verão, ou pessoal da Inspire ficando bêbado na festa de Ano Novo. Enfim, mais uma vitória para o campeão, não tinha como ser de outro jeito.

4 de jul. de 2008

Intercâmbio de idéias

Eduardo Marqués - Espanhol - Departamento de Planejamento

Inspire tem intercâmbio cultural como política da empresa

Já estamos em julho. E neste sábado (5), a Inspire Comunicação completa quatro meses de existência em sua sede, na Cidade Alta, centro histórico da capital capixaba, fazendo a sua segunda experiência com estrangeiros.

O intercambista da vez é o espanhol Eduardo Marqués, do setor de Planejamento da Inspire. Com sotaque castelhano, e com bom entendimento da língua que lhe acolhe, Edu, como é chamado pelos colegas de trabalho, aponta relações entre sua Espanha e o Brasil, terra que ele escolheu para ganhar experiência profissional e por amor. Amor por sua namorada, uma mineira que vive em Vitória, é claro.

O objetivo do espanhol é (além de ficar próximo da sua garota) deslanchar a sua carreira profissional, no estrangeiro. "O mercado publicitário brasileiro não tem tanto controle sobre conteúdo, pode-se fazer coisas mais radicais, que na Europa", aponta Edu. Ele ainda avalia que falta informação na atividade de marketing daqui, como estudo de mercado, praxe do marketing europeu.

Edu tem visão otimista em relação ao Brasil, acredita que o país vai continuar no crescimento e viverá dias melhores em um futuro próximo. Ele ainda compara Vitória às cidades espanholas de Valência e Múrcia. O intercambista entende que as três cidades não são grandes, populacional e economicamente, mas vêm adquirindo certa importância nos últimos anos e até terão mais destaque em seus contextos nacionais.

O intercâmbio do espanhol é um aprendizado para ele e para a turma tupiniquim da Inspire. Sempre trazer trainees estrangeiros para fomentar o intercâmbio cultural e de idéias é uma prática adotada que a Inspire levará adiante.

Antes de Edu, os franceses do instituto parisiense Leonardo da Vinci, Florian Simon e Thibault Cuisiniez foram designers do Departamento de Criacão da Angência.


Thibault e Florian - no terraço da Inspire

Franceses participam de 'criação' da Inspire

Tanto Thibault, cuja a pronúncia é Tibul, e Florian participaram das fases antes e depois da Inspire. Eles estiveram por aqui, entre julho e dezembro, e conheceram o planejamento, as intempéries e as dificuldades de se montar uma agência de comunicação e, vivenciaram a Inspire momentos antes da inauguração de sua sede oficial, fazendo parte da setor Criativo.

Os franceses não embarcaram juntos. Thibault rumou no final de 2007. Florian ficou por mais dois meses no Brasil e na Inspire Comunicação.

Fora do ambiente Inspire, eles gostaram da cidade, conheceram Guarapari e outras cidades da redondeza e foram até o Rio, no Maracanã. Thibault e Florian até disputaram algumas 'peladas', que os ajudaram a conhecer aquelas palavras grandes do vocabulário dessas esquinas. Ambos torcem pelo Paris Saint-Germain.